Apache Libcloud, como o nome sugere é uma lib python que abstrai a interação com APIs entre diversos provedores de Cloud.
A versão atual, 0.8.0, permite aos desenvolvedores gerenciares 4 recursos diferentes:
A lista completa com os serviços e provedores suportados, podem ser obtidos na documentação[1] oficial.
Recentemente eu empacotei a lib para os repositórios do Fedora. Para instalar nas versões do Fedora 15 ou superior:
yum install python-libcloudApós a instalação, um teste básico importe abra uma console do python e importe a lib:
>>> import libcloudMais informações técnicas e exemplos, podem ser obtidas na documentação[2].
[1] – http://libcloud.apache.org/supported_providers.html
[2] – http://libcloud.apache.org/getting-started.html
Esse problema ocorreu após uma manutenção não programada pela equipe técnica da empresa onde esse host está alocado. Qualquer interação com o YUM mostrava o erro abaixo:
required to run yum. The error leading to this problem was: No module named yum Please install a package which provides this module, or verify that the module is installed correctly. It's possible that the above module doesn't match the current version of Python, which is: 2.4.3 (#1, Sep 21 2011, 19:55:41) [GCC 4.1.2 20080704 (Red Hat 4.1.2-51)] If you cannot solve this problem yourself, please go to the yum faq at: http://wiki.linux.duke.edu/YumFaqO Python estava funcionando sem problemas e não havia sido alterado recentemente, assim como o pacote do YUM.
A forma que encontrei para resolver esse problema foi reinstalando o pacote do YUM.
Baixei a versão do YUM direto do repositório:
wget http://mirror.centos.org/centos/5/os/i386/CentOS/\ yum-3.2.22-39.el5.centos.noarch.rpmE atualizei:
rpm -Uvh yum-3.2.22-39.el5.centos.noarch.rpmApós a atualização o YUM voltou a funcionar normalmente.
SO: CentOS
Versão: 5.7
Arch: x86_64
Comentários, vídeos e matérias sobre a participação Mozilla e membros da Comunidade Mozilla Brasil na Campus Party 2012:
1- Entrevista com Chris Hoffman
2 – Matéria no site do TecMundo
3 - Comentários sobre a palestra do Chris Hoffman no portal IG Tecnologia
4 – Universidade e Software – Em defesa dos padrões abertos e da liberdade do conhecimento com a minha participação
5 – Referência à oficina ministrada pelo Clauber sobre desenvolvimento de Extensões para o Firefox
No exato momento em que escrevo, as listas de discussão do Fedora estão pipocando com uma questão que, volta e meia aparece: poderá o Fedora adotar o esquema de rolling release?
Já há algum tempo essa questão permaneceu martelando no meu cérebro porque, sob muitas formas, acredito que o atual modelo de desenvolvimento e distribuição adotado pelo Fedora perdeu o sentido. O maior impacto (e mais prático exemplo disso) foi a migração do Gnome 2.x para o Gnome 3.x. Como o Gnome 3.x ainda estava em estágios muito iniciais, o que normalmente se espera é que novos lançamentos do Gnome acabem por tornar o produto melhor e mais maduro, entretanto, usuários do Fedora acabam privados de grandes melhorias nos “pacotes base” porque, de acordo com a política de updates, nenhum pacote crítico pode ser atualizado para números de versão drasticamente diferentes, ou seja: você veria o Gnome 3.0.1 passar para 3.0.2, mas não o veria passar para 3.2. O motivo disso? Como aconteceu nas distros que, inadvertidamente atualizaram o python de 2.7 para 3.0, o sistema quebrou e esse é o perigo de atualizações drásticas.
Apesar dos possíveis problemas que uma distro rolling release pode trazer, verdade é que essa política de aguardar a próxima release para obter atualizações maiores dos pacotes base muitas vezes obriga os usuários a permanecer com um produto inferior, tornando o mantra do Fedora “Friends, Features, First” sem sentido, já que o “First” deixou de ser uma prioridade há muitos anos.
Usar rolling release não se trata somente de manter uma distro com os pacotes mais recentes, mas também de economia de tempo porque, conforme os anos passam, cada vez mais percebo que não tenho mais paciência para ficar formatando e instalando novas releases, embora não me sinta confortável em saber que estou usando um sistema desatualizado.
É claro que uma distro rolling release precisa fazer muito mais do que simplesmente atualizar softwares de modo irresponsável. O rolling release traz pacotes novos, mas estáveis e só faz as atualizações compatíveis (isso significa que uma distro rolling release não atualizaria o Gnome 2 para Gnome 3 porque são completamente diferentes). A distro rolling release também não traria novas features (ou seja, não substituiria o velho SysV pelo novo Systemd) porque, basicamente, as coisas novas e legais precisam ser instaladas do zero em algum ponto, então, nesse caso, a palavra atualização não se aplica e é isso que o rolling release faz: atualiza features existentes, mas não implementa novas.
Por enquanto, toda essa questão está apenas sendo debatida, mas acredito que o Fedora em breve embarcará no modelo rolling release, mas um rolling release nos moldes do openSUSE, que mostra muita inteligência ao permitir que seus usuários optem pelo modelo simplesmente adicionando um repositório sem, no entanto, abrir mão do lançamento de releases.
Enquanto a discussão “rola” (sacaram o trocadilho?) vejo o quanto as opiniões sobre isso estão divididas no Projeto Fedora, mas acredito que seja uma questão de tempo até que poderemos optar por um Fedora rolling.
Depois de muito enrolar o Og Maciel finalmente conseguimos fazer o Podcast
Foi muito bom participar do Castalio Podcast e bater esse papo com o Og. Me fez relembrar varios momentos importantes da minha vida profissional e como membro da comunidade open source Brasileira.
Conversamos sobre meu inicio na comunidade e minha passagem por diversos projetos e iniciativas dentre elas: Fedora, GNOME, Mozilla, Red Hat.
Segue o link para a entrevista completa e arquivos de audio:
http://www.castalio.info/rodrigo-padula-de-oliveira-ufrj/
Incrível como tudo hoje vira notícia.
Hoje é dia 11/11/11, então pra comemorar essa “data histórica”, nada como um post às 11:11:11 do dia
O Governo Brasileiro como maior apoiador do software livre nacional tem migrado e se movimentado cada vez mais em direção ao Software Livre e aos padrões abertos.
Visando quantificar e qualificar o uso do Mozilla Firefox como browser padrão na esfera pública, estou fazendo um levantamento de quais órgãos e instituições do governo brasileiro utilizam este browser.
Se você possui qualquer dado válido ou contatos que possam nos levar a números e cases de uso do Firefox na esfera pública, entre em contato através do email contato AT rodrigopadula DOT com ou então comente aqui mesmo no blog.
Estes dados serão todos organizados e repassados para a Mozilla Foundation com o objetivo de atrair cada vez mais a atenção da fundação para o público brasileiro e resolver problemas e questões sobre o uso do navegador no país.
Após o levantamento, publicarei aqui no blog os números compilados (caso eu tenha autorização dos órgãos em questão para divulgação dos números).
Atenciosamente
Rodrigo Padula de Oliveira
Representante da Mozilla no Brasil – REMO
Membro da Comunidade Mozilla Brasil
www.mozillabrasil.org.br
A Mozilla anunciou hoje dia 26/10/2011 o lançamento da versão customizada do Firefox com o Bing.com da Microsoft como buscador padrão.
Esta lançamento é mais um passo da parceria entre as duas organizações anunciada ano passado.
Esta versão tem como foco o público americano onde o Bing.com tem crescido bastante nos ultimos anos.
Além do bing.com entrar como buscador default, ele também consta na AwesomeBar e como página inicial padrão desta versão do navegador.
Creio que essa seja mais uma iniciativa para diversificar a receita da Mozilla e diminuir cada vez mais a dependência da Google.
A Mozilla possui várias versões customizadas do Firefox de acordo com parcerias com varias empresas como Twitter, Yahoo e etc.
Link para a notícia: http://blog.mozilla.com/blog/2011/10/26/offering-a-customized-firefox-experience-for-bing-users
Se você colabora ou já colaborou de alguma forma com a Mozilla e seus projetos, gostariamos de saber mais sobre suas experiências e visões pessoais.
Contribua conosco preenchendo o questionário através do link http://mzl.la/pCnv4Q
As informações coletadas serão utilizadas para melhorar nossos processos e manter nossos colaboradores cada mais motivados a contribuir.
A Mozilla agrace a todos seus colaboradores pelo tempo investido em suas colaborações e no preenchimento deste questionário
Atenciosamente
Mozilla Brasil
www.mozillabrasil.org.br
How nice was to be one more time at FISL. It was my 5th edition and it could have been the 6th, if I haven’t had missed the 2010 one. I remember well when back there, 5 years ago, I and a friend of mine took a bus and went to Porto Alegre for our first contact with the Free Software community. At that time I wasn’t involved to any FOSS effort, but that was definitely a starter point to me.
FISL is all about meeting people, opportunities and making friends. You can find practically any kind of geek over there and for the major part of those, you will just be able to meet them in person again in the next FISL.
This year I have met a bunch of ‘old’ FISL guys, people that I have been in touch since FISL 6 and some other new guys. Great people. From those, I couldn’t not mention the Fedora guys. This year we had the current Fedora Project leader, Jared Smith, among us and it was really cool to meet him in person.
I’m really glad that I was able to make it this year. We had a presentation about Transifex in the main schedule and also got mentioned in the speakers list of the event. Hopefully the video of the presentation (in pt_BR) will be available in the following weeks, but you can find the slides here for now.
Esse tutorial serve para qualquer sistema operacional e tem como público alvo qualquer pessoa que saiba ligar e desligar o computador.
Caso você ache que a única utilidade da arquitetura 64bits(x86) é administrar mais de 3GB de memória RAM e muitas vezes acaba trocando de sistema operacional, só pra poder utilizar toda sua memória, talvez esse post seja útil em esclarecer algumas coisas, mostrando também que processadores 32bits podem lidar com mais de 3GB de RAM.
Primeiro vamos aos fatos:Migrar para um sistema 64bits não é ruim, porém, muitas vezes alguns programas 32bits possuem variáveis matemáticas atribuídas de maneira muito genérica, o que resulta em tais programas acabarem alocando, quando mal portados para rodar nativamente, até o dobro de memória na arquitetura 64bits.
Não entendeu? Vou explicar hipoteticamente:
Suponha que, num cálculo em 32bits, sem limitar as casas decimais do resultado, 3/2 dê:
1.5823784592348787519238912389
Agora, também sem limitar, em 64 bits, o mesmo cálculo daria:
1.582378459234878751923891238952456899972245878952247885
É claro que um processador de 32bits pode mostrar um resultado maior, mas ele só aloca 32bits por vez e vai jogando o resto na memória. Mesma lógica para 64bits.
Baseando-se nisso, ressaltando, um programa sem os devidos cuidados nessas variáveis matemáticas, desenvolvido para rodar em arquitetura 32bits, quando portado para 64bits pode ser mais pesado e sem nenhuma evolução aparente.
Outra situação num sistema 64bits são programas, normalmente antigos ou de pouco suporte, que apontam para diretórios padrões de libs (onde há libs de 64bits que podem ser incompatíveis) em busca de libs 32bits. As vezes isso pode ser facilmente resolvido, outras vezes não.
Exemplo num sistema Linux 32:
/usr/libs32
/usr/libs -> link simbólico para /usr/libs32
Programa busca libs 32bits em /usr/libs, é apontado para /usr/libs32 -> OK!
Exemplo num sistema Linux 64:
/usr/libs64
/usr/libs32
/usr/libs -> link simbólico para /usr/libs64
Programa busca libs 32bits em /usr/libs, é apontado para /usr/libs64 -> Ooops! E agora José?
Essas são as duas problemáticas. Isso pode ser insignificante caso você use programas bem suportados na arquitetura 64bits.
O que realmente queira levar em conta seja o fato de que você não apreciaria formatar o seu sistema 32bits só para utilizar toda sua memória RAM.
Finalmente, como utilizar toda a minha memória RAM?Desde 1995, graças ao PAE (Physical Address Extension), podemos fazer isso sem grandes complicações. Hoje, podemos alocar até 64Gb de memória RAM em processadores 32bits (Não funciona com todos os sistemas operacionais).
No Ubuntu:sudo aptitude install linux-generic-pae linux-headers-generic-pae
Importante: A partir do Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx), tanto o CD quanto o DVD de instalação habilitam, por padrão, um kernel com PAE caso seja detectado mais que 3Gb de memória RAM. No caso do instalador via CD, é necessária conexão com a internet pois, apesar de ser instalado automaticamente, o pacote com PAE não vem no CD.
No Windows XP:Clique com o botão direito em Meu Computador e siga para as opções:
-> "Propriedades" -> "Avançado" -> "Inicialização e recuperação" -> "Configurações" -> "Editar".
O bloco de notas abrirá o arquivo “boot.ini” e você deve editar a linha:
"multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS="Microsoft Windows XP" /noexecute=optin /fastdetect
Para:
"multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS="Microsoft Windows XP" /noexecute=optin /PAE
Salve e reinicie.
Após reiniciar o sistema aparecerá uma janela de aviso, informando que foram feitas alterações na inicialização do sistema. Marque a opção “Não mostre esta mensagem ou iniciar o Utilitário de configuração do sistema ao iniciar o Windows” e clique no botão OK para fechar, caso não marque esta opção ao clicar no botão OK irá abrir o utilitário e toda vez que iniciar o sistema esta mensagem aparecerá.
Importante: Só funciona adequadamente no Windows XP SP3. Em alguns computadores com 4GB de RAM ele pode identificar somente 3.5GB da memória.
No Windows Vista e Windows 7:Clique em Iniciar e escreva “cmd” (sem aspas) na barra de pesquisa e clique com botão direito do mouse na única opção de programa disponível, selecionando então “Executar como Administrador”. Digite o comando:
BCDEdit /set PAE forceenable
Importante: Não funciona com Windows 7 Starter.
Fonte:
Ubuntu Documentation - https://help.ubuntu.com/community/EnablingPAE
BCDEdit /set - http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff542202.aspx
Boot Parameters to Configure DEP and PAE - http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff542275.aspx
Memory Limits for Windows Releases - http://msdn.microsoft.com/en-us/library/aa366778(VS.85).aspx#physical_memory_limits_windows_7
P.S.: Não testei no Windows Vista. Se não funcionar e conseguirem fazer de outra maneira, postem aí nos comentários que atualizo o post.
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